sábado, 16 de agosto de 2014

º Arte com Disquetes Velhos

Uma boa forma de reciclar objetos velhos, é usando na arte. Nick Gentry, é um artista britânico que mescla pinturas sobre disquetes velhos (“Floppy 1.44″) de forma alternativa. Confira o trabalho dele: (mais infos e trabalhos no site oficial http://www.nickgentry.co.uk/)
 
 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

º Conheça Johannes Stötter - Pintura Corporal

Temos visto por aí muito bons body painters, mas Johannes Stötter é especial. O premiado artista se inspira na natureza, entre frutas, flores, plantas ou animais, para unir a pintura corporal à técnica do papel de parede e criar uma ilusão de ótica incrível. Ele e seus modelos ficam literalmente camuflados por entre os cenários.
Quase nem dá pra acreditar que isso é possível. Estas obras de body painting (pintura corporal) são como tatuagens temporárias, só que em vez da pele estar pintada, ela faz parte de todo o cenário.
Corpos humanos, fauna e flora, tudo junto em uma explosão de cores e vivacidade – assim são as obras-primas de Stötter. Palavra de artista: “a pintura corporal é especial porque a obra de arte está viva e pode se mover. A pele é diferente da tela – ela é viva, quente e macia – e é uma base muito confortável para se pintar”.
Veja alguns trabalhos e segure seu queixo:
fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/07/conheca-o-artista-que-se-camufla-em-suas-obras/

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Tarsila do Amaral - Tudo Junto e Misturado

Paisagem Urbana e Rural por Tarsila do Amaral

Quero ser uma pintora da minha terra". Foi assim que Tarsila do Amaral definiu, certa vez, sua ambição nas artes. Essa pintora modernista brasileira nasceu numa propriedade rural no interior de São Paulo.
De família tradicional e rica, estudou em São Paulo (no Colégio Sion) e, a partir de 1902, em Barcelona,Espanha (no Colegio del Sagrado Corazón). Ali, aos 16 anos, pintou "Sagrado Coração de Jesus", seu primeiro quadro conhecido.
Quatro anos depois, casou com André Teixeira Pinto, pai de sua única filha, Dulce. Separou-se dele e, em São Paulo, começou a estudar escultura (com Zadig Mantovani) e, depois, desenho e pintura (com Pedro Alexandrino).
Em 1920, embarcou novamente para a Europa, com a filha, que ficou num colégio em Londres. Tarsila se fixou em Paris, onde ingressou na Académie Julian e freqüentou o ateliê de Émile Renard. Em 1922, teve uma de suas telas admitida no Salão dos Artistas Franceses. No mesmo ano, regressou para o Brasil e se juntou aos intelectuais modernistas, embora não tenha participado da Semana de 22.
Juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade eMenotti del Picchia, formou o "Grupo dos Cinco". Nessa época, iniciou o romance com Oswald de Andrade.
Um ano depois, voltou para a Europa e a convivência com intelectuais, pintores e poetas de lá. Em 1926, expôs em Paris (com grande sucesso) e se casou com Oswald.
Suas obras, de cores intensas e temas regionais, seguiam o conceito nacionalista do modernismo. Em 1928, pintou como presente de aniversário para Oswald o "Abaporu" ("homem que come", em tupi). O quadro mostra uma figura solitária de pés imensos, sentada sobre uma planície verde, com o braço dobrado repousando no joelho e a mão sustentando o peso de uma minúscula cabeça. Era uma pintura que poderia facilmente representar o Movimento Pau-Brasil.
Tarsila também pintou os temas urbanos, como em "São Paulo" (1924) e "Morro da favela" (1924). Retratou figuras humanas arquetípicas, como nos famosos "A Negra" e "A caipirinha" (ambos de 1923), e registrou o interior brasileiro, como em "Cartão-Postal" e "Sol Poente" (ambos de 1929).
Em 1933, com o quadro "Operários", ela deu início à pintura social no Brasil. No ano seguinte, participou do Primeiro Salão Paulista de Belas-Artes.
Tarsila e Oswald se separaram em 1930. De meados dos anos 1930 a meados dos anos 1950, ela viveu com o escritor Luís Martins. De 1936 a 1952, foi colunista da rede Diários Associados.
Em 1951, participou da Primeira Bienal de São Paulo e, em 1963, teve sala especial na Sétima Bienal de São Paulo. No ano seguinte, já perto da oitava década de vida, ainda participou da Bienal de Veneza.
Trabalhos realizados por alunos da Escola Municipal Valentim João da Rocha(Joinville/SC).

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Aceite o Desafio!!!

Durante as aulas de Artes alguns alunos são desafiados a desenharem objetos, pessoas, animais, entre outros. O objetivo é proporcionar um olhar mais aguçado, observador e projetar a imagem da maniera mais fiel possível. Na maioria das vezes, o aluno nem percebe que está estudando linhas, proporção, luz e sombra. Veja o resultado dos desenhos desenvolvidos pelo 8º Ano na E.M. Vaelntim João da Rocha(Joinville/SC). 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

O Artista Que Pintou Um Cavalo Azul - Franz Marc

O Artista Que Pintou Um Cavalo Azul
Texto e ilustração Eric Carle/Edição Kalandraka
 Apreçião e releitura através de livros infantis é sempre muito interessante, com resultados surpreendentes. Um elogio ao uso da cor nas artes plásticas, O Artista Que Pintou Um Cavalo Azul é também uma homenagem ao pintor Franz Marc, precursor do expressionismo. A sua tela Cavalo Azul serviu de inspiração para este livro. A capa é logo muito encantadora. Com pouco texto, este livro é escrito na primeira pessoa. Um pintor apresenta-se e é preciso virar a página para saber o que ele pinta... um cavalo azul, um crocodilo vermelho, uma vaca amarela, um burro todo colorido. Vários animais de cores inesperadas e variadas vão sendo revelados. No final, pode ver-se o quadro inspirador deste trabalho. Esta atividade foi desenvolvida como os 1ºs Anos do Ensino Fundamental I do Colégio Elias Moreira (joinville/SC) ao trabalharmos as cores primárias e secundárias.