domingo, 4 de dezembro de 2011

° Mona Lisa de Leonardo da Vinci

Mona Lisa (também conhecida como La Gioconda ou, em francês, La Joconde, ou ainda Mona Lisa del Giocondo), é a mais notável e conhecida obra de Leonardo da Vinci, um dos mais eminentes homens do Renascimento italiano.
Sua pintura foi iniciada em 1503 e é nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com sua maestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verá que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita. Historicamente, os conceitos de masculino e feminino estão ligados aos lados - o esquerdo é feminino, o direito é o masculino. (fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mona_Lisa)
A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris, com o nome oficial de Lisa Gherardini, mulher de Francesco del Giocondo e é a sua maior atração
Os estudantes do SENAI Joinville do Ensino Médio, tiveram como atividade, costumizar a figura da Mona Lisa e transformá-la em um estilo próprio e único de acordo com as sua próprias características.
 
  
 
 
 
 
 
 

sábado, 3 de dezembro de 2011

°Cada rabisco tem uma história com Andruchak

Fizemos um trabalho bastante significativo em sala de aula com a apreciação das obras do artista plástico Marcos Andruchak, os quais resultaram em composições que superaram minhas expectativas.
Palavras do artista sobre sua obra: "A minha arte é minha do ponto de vista de concepção e é do mundo através do limite da observação. Cada rabisco tem uma história. Deste trabalho, posso afirmar que cada elemento de imagem na pintura ou no desenho nasceu de um momento ímpar de minha história. Foi onde expressei sob o ângulo reservado a minha visão momentânea em conjunto à técnica escolhida (risco, rabisco, tinta, pincel e suporte). Sempre que penso ter encontrado a pureza de meu estilo, a experimentação me faz perceber que tudo isso é um eterno desenvolvimento..."
Parabéns para o artsita que sabe fazer uso de linhas e cores como ninguém!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No próprio blog existe outra postagem de trabalhos realizados em 2009 com o mesmo artista. Embora a temática tenah sido semelhante, vale a pena conferir que o conteúdo das obras é um puco diferente. Migre para - http://artedemestre.blogspot.com/2009/10/apreciacao-e-releitura-de-marcos.html

terça-feira, 29 de novembro de 2011

º Paulo Tajes Lindner

UM DIA MUITO DIFERENTE

Uma segunda-feira agradável e diferente, tivemos a presença do artista plástico e ambientalista Paulo Tajes Lindner na Escola Municipal Valentim João da Rocha para uma bate papo sobre suas obras e suas metas.
Aprendemos muito com Lindner que nos deu uma lição sobre o meio ambiente e sua preservação através de seus depoimentos, explicações de obras e conhecimentos sobre as leis ambientais.  Paulo Tajes Lindner é bacharel em Turismo com Ênfase em Meio Ambiente, e desenvolve projetos de preservação, conservação e recuperação da Mata Atlântica. A partir de 2004 passou a pintar com tinta acrílica.
Lindner também explicou o projeto Cacos da Mata difundindo o que a Floresta representa para assegurar a qualidade de vida das presentes e futuras gerações e a compreensão quanto à necessidade da sua preservação, conservação e recuperação de áreas degradadas, já que se caracteriza como a segunda floresta mais ameaçada de extinção do planeta, perdendo apenas para a floresta na Ilha de Madagascar.
O artista faz questão de reaproveitar materiais a maleabilidade e a densidade da lona como suporte para suas obras.
Os alunos e eu ficamos encantados com as obras levadas por Lindner, assim como, pela sua simplicidadde, alegria e jeito único de ser. Obrigada por inspirar desde os pequeninos até os mais velhos. Sua arte é ímpar e com certeza está gritando por socorro em pról da humanidade através da preservação da fauna e da flora.
VIVA A VIDA SEMPRE...


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

°ARTE COM CÍRCULOS

ARTE e MATEMÁTICA - criatividade, beleza, universalidade, simetria, dinamismo, são qualidades que frequentemente usamos quando nos referimos quer à Arte quer à Matemática. Beleza e rigôr são comuns a ambas. A Matemática tem um notável potencial de revelação de estruturas e padrões que nos permitem compreender o mundo que nos rodeia. Desenvolve a capacidade de sonhar! Permite imaginar mundos diferentes, e dá também a possibilidade de comunicar esses sonhos de forma clara e não ambígua. E é justamente esta capacidade de enriquecer o imaginário, de forma estruturada, que tem atraído de novo muitos criadores de Arte e tem influenciado até correntes artísticas. Como a história demonstra, a Matemática evolui muitas vezes por motivações de ordem estética. Como dizia Aristóteles"Os filósofos que afirmam que a Matemática não tem nada a ver com a Estética, estão seguramente errados. A Beleza é de facto o objecto principal do raciocínio e das demonstrações matemáticas", e Hardy afirmava que "O matemático, tal como o pintor ou o poeta, é um criador de padrões. Um pintor faz padrões com formas e cores, um poeta com palavras e o matemático com ideias. Todos os padrões devem ser belos. As ideias, tal como as cores, as palavras ou os sons, devem ajustar-se de forma perfeita e harmoniosa."
Até à Renascença a oposição entre Arte e Matemática não tinha grande sentido. Basta olhar para o génio universal de Leonardo de Vinci. Hoje a actividade artística reivindica de novo a influência matemática - Klee, Kandinsky, Vasarely, Corbusier, Xenakis, e muitos outros deixaram-se fascinar pela Matemática que exploraram com novas possibilidades ópticas, novos algoritmos de criação, novas geometrias (não euclideanas, fractais, etc) mais recentemente potenciados pelo uso da computação, síntese sonora, e outras potencialidades técnicas.
(onte:http://cmup.fc.up.pt/cmup/arte/)






°ROMERO BRITO

ROMERO BRITO


 Não é todos os dias que um artista pernambucano ocupa o prestigiadíssimo espaço das páginas amarelas de Veja, para aí ser apresentado como o artista plástico brasileiro de maior sucesso internacional. Veja não coloca o assunto como um "talvez". Afirma categoricamente ser essa a condição do artista plástico Romero Brito, nascido aqui em Recife em precária situação financeira e hoje passeando de Ferrari pelas ruas de Nova Iorque. Para conseguir dar esse salto, alguma coisa deve ter acontecido.
Sem tentar explicar e compreender o fenômeno comercial e o sucesso profissional, o que aconteceu, e continua acontecendo, é que Romero Brito é adquirido por pessoas ricas e famosas. Algumas dessas pinturas custaram mais de US$ 100.000,00. Só Arnold, aquele de músculos imensos e sobrenome maior ainda, possui 18 trabalhos e  Romero é amigo dessas pessoas.
As pinturas de Romero Brito são deliciosas. As cores são sempre vivas e vibrantes e retratam figuras simpáticas e divertidas. Tudo é bem humorado e transmite alegria e jovialidade. Sistematicamente as cores são colocadas com total falta de lógica ou impossivelmente mas isso não compromete o resultado. Ao contrário, garante essa característica marcante da jovialidade e do bom humor.
Com traços simples e quase geométricos, o artista produz movimentos e dá vida a figuras nitidamente artificiais. As cenas seguem a mesma regra, isto é, nenhuma sofisticação e uma profusão impossível de cores. Faces são cortadas ao meio, apresentando cada lado uma coloração completamente diferente, gatos são pintados com bolinhas multicoloridas e outros charmes mais. O artista não se prende a detalhes inúteis do tipo, a mão esquerda ter o mesmo número de dedos da mão direita. Coisa de criança? Quem sabe não seja esse o motivo de tanto sucesso! O que posso dizer, com certeza, é que cada pequena figurinha, gatinho, cãozinho, é deliciosa e meiga e transporta o observador para um mundo de sonhos ternos e infantis. Pelo menos em mim, a reação é essa. Claro que a arte é interpretada diferentemente por cada pessoa, e mais ainda, a arte é interpretada diferentemente pela mesma pessoa, ao longo de diferentes fases de sua vida. Amanhã poderei ver Romero Britto e percebê-lo de uma outra maneira diferente de hoje.
Em 1987 o artista deixou o Brasil e foi para os Estados Unidos. O sucesso foi retumbante e a entrevista em Veja deixa transparecer um pouco de esnobismo e estrelismo. Difícil não parecer estrela quando se é, estrela. Felizmente a arte de Romero Brito é mais simpática do que as entrelinhas da entrevista. Eu não conheço a pessoa e pouco sei realmente sobre ela. Aprecio a sua obra. Freqüentemente artistas brasileiros fazem sucesso no exterior mas é bem diferente fazer uma exposição que tenha sido apreciada e ter um nome de presença permanente no mercado. É também muito diferente conseguir ser um nome conhecido no meio de apreciadores e estudiosos de arte e ser um nome conhecido e apreciado pelo público em geral, mesmo que, por conta do preço, esse público se mantenha distante do mercado. Romero Brito conseguiu todas essas coisas.