domingo, 5 de dezembro de 2010

° Luz Curcio

Renda-se!!!
A renda é um tecido com padrão de orifícios e desenhos feitos à mão ou à máquina.
Os tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha.  A renda de bilros é criada pela manipulação de numerosos fios, cada um deles presos a um bilro, sendo em geral trabalhada sobre uma almofada.
Luz Cúrcio
Nascida em Florianópolis e apaixonada pelos pincéis desde os seis anos de idade, Kaká formou-se em ARTES e de lá para cá, mergulhou na inquietação criativa, transitando por vários estilos: cubismo, grafismo, expressionismo, surrealismo, abstracionismo e técnicas mistas, estágio que desenvolve atualmente.
As rendas de bilro feitas por artesãs da Lagoa da Conceição estão em evidência na Europa. Mas, em vez de objetos de moda para cama, mesa ou banho, as peças fazem sucesso decorando ambientes, inseridas nos quadros pintados pela artista plástica Luz Cúrcio.Ela transita com desenvoltura entre o abstrato e o figurativo. “ Minha obra valoriza a cultura de Florianópolis, especialmente as rendeiras, que se emocionam ao ver o material delas nos meus quadros. Sou a única artista brasileira a fazer esse trabalho.”  comenta a artista.
Abaixo trabalhos realizados por alunos e professores do Projeto Saber e Acontecer do Pólo de Artes de Joinville(Santa catarina):
Fontes:
por Marlise Stapait

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

° ANTONI MIRALDA

Sua proposta é bastante interessante. O artista distribui pratos brancos à platéia que tem um mês para desenvolver um trabalho que caracterize uma manifestação pessoal. O resultado acaba sendo um panorama curioso sobre a identidade cultural, 
política e econômica da cidade visitada.
Assim como o artista Antoni Miralda, os estudantes dos 1ºs Anos do Ensino Médio do SENAI Joinville, tiveram como desafio refletir sobre as diversidades do mundo e pensar, criticar e socializar sobreseguinte questão: “Se você pudesse pedir ou fazer algo para melhorar o mundo, o que você faria, que palavras usaria,

 que imagens demonstrariam suas idéias?”

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

° Beatriz Milhazes

Beatriz Milhazes (Rio de Janeiro, 1960) é uma pintora, gravadora, ilustradora e professora do Brasil. Frequentou cursos de arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e em várias universidades dos Estados Unidos da América. Vem destacando-se em exposições no exterior. A cor é um elemento estrutural na obra de Beatriz Milhazes. Seu repertório inclui questões relativas à abstração geométrica, ao carnaval e ao modernismo, assim como ao concreto e ao neoconcreto brasileiros, à op e pop art. Beatriz pinta flores, arabescos, alvos e quadrados sobre uma superfície de plástico, para depois transferi-los para a tela. Nas colagens, sobrepõe camadas de cor utilizando-se de papéis de bala e sacolas de compras, criando uma harmonia de excessos, cujo impacto pictórico espelha a sua pintura.

° Mangá e Anime

Mangá é o nome dado às histórias em quadrinhos de origem japonesa. A palavra surgiu da junção de outros dois vocábulos: man, que significa involuntário, e gá, imagem.
O seu estilo próprio de desenho e o movimento artístico do mangá designa quaisquer histórias em quadrinhos. Vários mangás dão origem a animes para exibição na televisão, em vídeo ou em cinemas, mas também há o processo inverso em que os animes tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.

Abaixo imagens das criações dos estudantes do SENAI Ensino Médio/Joinville:

terça-feira, 5 de outubro de 2010

° Autorretrato Cubista

Autorretrato Cubista
Obras de Pablo Picasso
AUTORRETRATO DOS ALUNOS
 
     
 
Este trabalho tem como um dos objetivos fortalecer a expressão dos indivíduos por meio da linguagem visual CUBISTA. Através do autorretrato, 
 estudante tem o momento de busca permanente pela própria identidade usando uma forma diferente e criativa observação.
É importante observar imagens de rostos de figuras humanas de diferentes períodos da História da Arte, procurando identificar diferenças e semenlhanças entre as obras. Entre elas trabalhamos os seguintes aspectos CUBISTAS:
• As singularidades.
• As maneiras com que foram pintados.
• Os tamanhos.
• As formas.
• As linhas.
• Os traços do artista.
• As marcas das pinceladas.
• As cores utilizadas.
• A luz e a sombra.
• Os sentimentos expressados.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

º "Os Três Músicos" de Pablo Picasso

     "Os Três Músicos"
     
     Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso. Com esse nome, só podia dar no que deu: viveu 92 anos muito bem vividos, amou lindas mulheres, e transformou para sempre o mundo das Artes. Picasso é uma das mais conhecidas figuras do século XX e seu nome transformou-se em sinônimo da arte moderna. Criou milhares de trabalhos: quadros, cerâmicas, esculturas, gravuras, desenhos, objetos de arte. Estudou muito os clássicos e podia pintar como eles, para poder chegar ao ideal, segundo ele: pintar como criança, pintar pelo simples prazer de se expressar, sem se preocupar com o que iriam pensar...
     Nascido em Málaga em 25 de outubro de 1881, o magistral artista espanhol faleceu em Mougins, no sul da França, em 8 de abril de 1973. Com Braque, é o principal criador do Cubismo. Recuso-me a falar de Picasso assim, en passant. Ele merece uma semana mais comprida que seu lindo nome.
     Os personagens da Commedia del’Arte, Pierrô, Arlequim e Colombina, inspiraram vários artistas e Picasso não se livrou do fascínio. A obra que hoje mostramos foi batizada pelo autor de “Os Três Músicos”. Picasso criou duas composições com o mesmo título e o mesmo tema. Ambas são colagens e óleo sobre tela. São do mesmo ano, 1921. Nas duas vemos Arlequim, Pierrô e um monge, que quase todos os contemporâneos acreditavam ser representações de três grandes amigos: o próprio pintor, Picasso, e os poetas Guillaume Appollinaire e Max Jacob. Appollinaire morreu vítima da Gripe Espanhola que assolou o mundo em 1918; Max Jacob, em 1921, entrou para um monastério.
     O exemplar aqui mostrado está no Museu de Arte Moderna de Nova York. O outro está no Museu de Arte da Philadelphia.
Acervo Museu de Arte Moderna, NY – MOMA
Fontes: www.moma.org/

º Silhueta

SILHUETA
Definição de silhueta: desenho de perfil; o perfil desenhado, especialmente segundo a sombra. No desenho a silhueta é a representação de qualquer imagem com traços simples. Geralmente a silhueta tem cor preta, dando destaque para as principais características da imagem. É importante lembrar que o desenho da silhueta deve mostrar claramente o objeto ou a pessoa desenhada simplesmente através do contorno ou perfil.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

° Reflexões para um mundo em crise

Reflexões para um mundo em crise
                                                                   por Luis Eduardo Matta

Vivemos num mundo louco. Disto, creio que poucos, ousam duvidar.
É um mundo insano, louco, aparentemente cada vez mais destituído dos valores mais elementares do convívio humano e que, aos poucos, vai perdendo seus traços de civilidade, tornando-se gradativamente um território selvagem onde imperam a falta de respeito, a violência, a intolerância, a ganância desenfreada e, mais especialmente, a ignorância, que se manifesta na nossa incapacidade de refletir e enxergar a realidade sob um prisma mais equilibrado.
Tenho pensado muito nisso ultimamente. Saio às ruas, observo a vida em movimento à minha volta e utilizo os pequenos flagrantes do cotidiano dos quais sou testemunha da condição humana atual e, dessa forma, lapidar e polir a minha própria percepção da vida.
É um exercício permanente em que ponho a prova as minhas convicções, desafio os meus preconceitos (quem não os tem?) na tentativa de amplificar a minha capacidade de compreensão da realidade e de aceitação das coisas como elas são, o que inclui a mim enquanto pessoa e, por extensão, aos demais.
Com isso, percebo que, a cada dia, me sinto mais plenamente "humano", me torno mais ciente da minha insignificância num planeta de bilhões de pessoas do qual eu, como todos, um dia irei desaparecer.
Num mundo como esse, a REFLEXÃO E ESSENCIAL, mas tem sido pouco praticada por pessoas de uma sociedade cada vez mais rápida e exigente, que nos ilude com o mito da liberdade e o avanço da modernidade. Essa modernidade que também deixa as pessoas bastante angustiadas, tensas, apressadas, egoístas, impacientes, doentes; invertem os valores, mutilam a ética, adulteram o caráter. É a sociedade do "salve-se quem puder" e do "cada um por si", onde vale tudo para sobreviver .
O tempo livre é escasso e, conseqüentemente, não cede espaço para a reflexão. O ato de refletir, que poderia ser o caminho para a redenção dessa sociedade enferma, simplesmente, não é praticado, senão por uma minoria.   
ATIVIDADE
Assim como o artista ANTONI MIRALDA, a estudante Tataiana Caroline karsten da turma 1V/2010, do SENAI Joinville fez uma reflexão sobre as diversidades do mundo através deste vídeo criativamente montado por ela. As reflexões com recortes e colagens de imagens, palavras reflexivas e outros teve o objetivo voltado para uma crítica social baseadi em dados ciêntificos.Segundo Bob Marley: "As guerras seguirão enquanto a cor da pele for mais importante do que a cor dos olhos."
video

terça-feira, 13 de julho de 2010

° Preto e Branco

° PRETO E BRANCO
Falando de luz natural, a cor Branca é aquela que possui todas as outras, podemos dizer então que é a mais completa já que aqui o preto é a ausência de cor, ausência de luz. No entanto entre os pigmentos, mais especificamente na indústria gráfica, o preto é a cor formada por todas as outras juntas, realmente a mais completa, quando o branco é a ausência de cor, ausência de pigmento. Isso é bastante contraditório.
Para a Psicologia, o preto é a cor que expressa a ausência de consciência, o aprofundamento na obscuridade.
No Ocidente tem sido grande o preconceito para com as pessoas de pele negra; no entanto, a grande história do Cristianismo conta que um dos reis magos era negro.
Igualmente grande é o preconceito com relação a animais escuros, como a popular superstição do gato preto associado com falta de sorte.
Mas a cor preta também é vista como um símbolo de negação da vaidade material, talvez esse seja um dos motivos pelos quais os sacerdotes católicos tenham usado essa cor em suas batinas por longo tempo.
O preto é usado no período de luto e representa também a promessa da futura ressurreição.
Na cultura hindu encontramos algumas divindades cuja cor é o preto, normalmente são assustadoras.
Vale a pena lembrar o culto às Madonas Negras européias (Czestochowa, Tarragona, Guadalupe, Chartres, Montserrat entre outras). Há indícios de que estejam associadas à Lua Negra Hécate, uma divindade maternal pré-cristã.
A padroeira dos ciganos, Sara-la-Kali, também tem a cor negra.
Mas, falando do branco, devemos nos lembrar de que o símbolo representante do Espírito Santo é a pomba branca.
Em algumas culturas essa cor é vista como a representação da inocência privada de influências, é a meta final do homem durante o processo de purificação.
Mas o branco também pode ser visto com negatividade, como a palidez da morte. No Oriente é a cor da velhice, do outono.